Com a palavra, Orlando Pedroso, curador e organizador da expo :
Dizem que para um avião cair, precisa haver a coincidência de pelo menos 5 erros. Parece ser também o caso da triste e violenta morte do cartunista Glauco e de seu filho Raoni ocorridas na semana passada. Não cabe a nós aqui, agora, listar quais os erros que culminaram nesse drama de tamanha proporção, nem buscar os culpados de mais uma tragédia como tantas que acompanhamos diariamente nos noticiários. Talvez este seja o momento de listarmos os acertos, especialmente porque foram conduzidos pelo talento e pela coragem. Uma coragem inconsciente, é verdade, mas ainda assim coragem. O Glauco não sabia fazer de outra forma porque era movido quase que instintivamente a agir e criar sem as amarras ou limitações sociais que norteiam o mundo adulto. Ele criava como se fosse uma criança e fazia assim porque era o que ele tinha que fazer.
Em 1978 eu estava terminando o colegial, era um aspirante a ilustrador, cartunista e acompanhava a segunda fase do Pasquim, a reforma gráfica do Jornal da Tarde e, claro, a página Vira-Lata publicada no suplemento Folhetim, da Folha de S.Paulo e editada pelo Angeli.Lá estavam, além do próprio Angeli, Laerte, Alcy, Nilson, Jotinha e outros que aproveitavam o início da abertura política para espinafrar o que ainda sobrava da ditadura militar.Era um humor pesado, rancoroso e engajado. Era. Nesse ano surgiu nas páginas do Vira-Lata um outro desenho, um outro humor. Aliás, um humor engraçado, leve, cheio de movimento e delicadeza. Era o Glauco que trazia novos ares e um espírito que iria mudar de vez a forma de se trabalhar a charge e o cartum na imprensa brasileira. Esses cartuns não respeitavam nada. O preso passava o pé na bunda do guarda, a menina deixava escapar na mesa do almoço que fizera um aborto dias atrás ou que tinha vários namorados, o defensor do feminismo pedia para a namorada pagar a conta do restaurante e o guardinha de trânsito botava ordem no cruzamento onde havia uma passeata vindo de cada lado.O peso de se fazer uma charge desaparecia e se tornava algo prazeroso e divertido. De 79 a 81 tive o prazer de passar algumas madrugadas acompanhando o fechamento das edições do Folhetim na sala onde também estavam o Fortuna, Faustinho, Maringoni, Luiz Gê. Em 1983 ele passou a publicar o Geraldão na sessão de tiras do jornal. O primeiro de uma série memorável de personagens que passariam a fazer parte da história dos leitores da Folha assim como de milhares de jovens que passavam a consumir o novo quadrinho que surgia. Em 1985 voltei a encontrar o Glauco na redação. Pouco depois ele passaria a fazer as charges. "E aí, panga?" Era como ele chegava nos colegas antes de desfiar um rosário de piadas e expressões sempre particulares e muito engraçadas. Eram, muitas vezes ingênuas, quase infantís mas sempre imprevisíveis e, provavelmente, não há pessoa que tenha trabalhado ou convivido com ele que não tenha pelo menos uma dezena de pequenas histórias tendo o Glauco como personagem.Gênio, amigo, figurinha carimbada, nosso John Lennon, não importa. O que fica agora é sua obra, a capacidade de contar a mesma piada centenas de vezes e de ela ser sempre boa, o talento de ter conseguido empurrar ladeira abaixo velhos padrões de comportamento e de conseguir com seu traço econômico que nosso mundo, o dos leitores, se tornasse muito melhor. Serviço:
PIZZA do BABOO abertura dia 30 de março de 2010 - a partir das 20h até 30 de maio, de terça a domingo, das 18h às 23h30 Curadoria: Orlando Pedroso r. Joaquim Antunes, 824 - Pinheiros Fones: 3064 8282 e 3082 9065
Sobre aceitar tomar um drinque com desconhecidos: "I usually say no thanks, because you never know what they´re up to. Most of the time they are just being friendly, but you get the odd one and you end up sweating the night out in your own twilight zone." Comentando sobre estudantes universitarios: "Deegrees have a way of warping people - its not good for people to spend that amount of time at university, acting like rock stars on weekdays. They get too distanced from the real world they haven´t a fucking clue what´s needed. it´s a luxurious prison, almost. once they get out, once they´re released, they are good for nothing other than having weekly reunions with their other old housemates, getting jobs with their old housemates, or staying on to receive more educational therapy or forming piss-poor bands. And they all got flooppy fringes. they all wish it was 1980 and Joy Division were still around. Uniform menatlity: my aim is to is to steer well clear of anything resembling that."
Arquitetura hoje: " I dont know what is with architects now. Buildings nowadays are not symbols of progress: they are the result of too many minds regressing to childhood. Just look at them - glorified toys built grand."
Classe média: "It´s very middle-class thing rebelling against your parents. Most of the people I know who are working class like their parents because they know what they´ve done for them."
Os 90s: "It was as if they´d returned home from school, yapping about this new thing - indie music - and their mum have give them a few quid to go an immerse themselves in it - to shut them up."
Sobre quem bebe: "Drinkers have a good sense for the absurd. I like that."
Um documentario que a BBC fez sobre ele e ele odiou: "They are an odd bunch at the BBC. I remember having to meet these two media graduates just before they started filming the documentary - The wonderfull and frightening World of Mark E. Smith. What a pair they were! One of them was a girl, a festival type one. She´d just come back from a festival or other, and that was all she could talk about. She hadn´t a clue of who The Fall were or who I was. She reminded me of one of those New Music Express journalists from the 80s who would try to get me pissed and fire all these leading questions at me, hoping that I´d react as somebody demented. First thing she did as she sat down was cross her legs as if she was about to do some fucking yoga - a modern hippy in other words. I offer to buy her a drink but she´s like: "Oh I couldn´t possibly have another drink. I drunk so much at this festival and have you ever been to a festival and oh we saw so many people at the festival...." It´s no wonder the documentary was a ropey. What are they teaching them at the BBC?"
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Fazia tempo que não lia algo tão certo como o comentário dele sobre os universitários.
Hoje no taxi a caminho do estúdio, o motorista escutava uma música horrenda num volume de acordar os Mortos. Não sou de reclamar do áudio no taxi, espero sempre pelo pior e acho que quem está dirigindo tem o direito de escutar o que quiser - mesmo que EU esteja pagando por isso. Mas hoje a coisa estava especialmente feia.
- Amigão, dá pra baixar o volume do rádio...?
- Pô, merrrmão, tu não currte a LADY GAGA?
Ah, então ISSO é a tal da Lady Gaga... Como essa mulher ficou tão famosa e rica com essa empulhação é algo que jamais descobrirei (e nem quero, o que eu já sei do mundo & seus esquemas já é ruim o suficiente).
Chegando no estúdio caiu a ficha: na verdade, por mais que eu reclame, sou obrigado a encarar o fato de que no final das contas sou um sortudo. Vivo do meu trabalho, trabalho com o que gosto e esse trabalho não me obriga a saber quem é a Lady Gaga e muito menos a ouvi-la.
(Olha aí o blog CONFESSIONAL, haha, e isso que nem comecei a beber ainda!)
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Falando na diaba, a coluna de ontem do Elio Gaspari estava muito boa. Reproduzo-a aqui:
ELIO GASPARI
Perelman é doido, ou entendeu tudo?
O russo esquisito que resolveu um dos sete mistérios da matemática tem muito a ensinar
EM 2008, quando Lady Gaga gravou seu primeiro álbum, já se tinham passados seis anos do dia em que Grigori Perelman resolvera a Conjectura de Poincaré, um dos maiores mistérios da matemática. Num mundo que consome celebridades, a história de Perelman merece cinco minutos de atenção. Ele é um matemático russo, de 43 anos, já passou meses sem trocar de roupa, raramente corta as unhas, a barba ou o cabelo. Vive com a mãe em São Petersburgo, tem horror a jornalistas e viveu sete anos praticamente recluso. Nem e-mails respondia. Quando esteve nos Estados Unidos, a base de sua alimentação era pão preto e iogurte. Recusou cátedras nas universidades de Princeton, Berkeley, Stanford e no MIT. É um excêntrico, mas é um excêntrico que tem bastante a ensinar. Até que ponto vive-se melhor parecendo maluco do que deixando-se bafejar pela celebridade? Superando ciúmes, intrigas e rivalidades, Perelman acaba de conquistar o prêmio dos "Problemas do Milênio", com direito a um cheque de US$ 1 milhão, concedido por uma fundação americana, por ter decifrado um dos sete grandes mistérios da matemática. Em 2006, ofereceram-lhe um honraria considerada equivalente a um Nobel de matemática. Recusou-a. Para os leigos (como o signatário), a Conjectura de Poincaré é algo incompreensível. Ainda assim, pode-se perceber que Poincaré, um matemático francês que morreu em 1912, deixou para o mundo uma conjectura. Mais difícil será entender o que significa o segundo mistério: "A existência de Yang-Mills e a falha na massa". Perelman resolveu a conjectura em 2002. Em vez de mandar seu trabalho para uma revista científica, onde um painel de estudiosos estudaria a consistência dos argumentos, simplesmente jogou os textos na internet, num arquivo público de trabalhos acadêmicos. O trabalho não dizia que a conjectura havia sido resolvida, essa tarefa cabia a quem o lesse. (Um matemático gastou três meses para entendê-lo.) A comunidade dos sábios consumiu dois anos estudando, invejando e, em alguns casos, buscando uma falha na explicação. Perda de tempo. Quando Perelman foi convidado por Princeton, pediram-lhe um currículo. Respondeu que, se não sabiam quem ele era, não deveriam convidá-lo. Como o MIT chamou-o depois que resolveu a Conjectura de Poincaré, recusou porque deveriam tê-lo chamado antes. Num último convite podia ganhar quanto quisesse e fazer o que quisesse durante o tempo que bem entendesse. Respondeu que estava comprometido com seus alunos do ensino médio de São Petersburgo, o que nem era verdade. Perelman ofendeu-se quando o "New York Times" disse que ele sustentava que resolvera a conjectura para ganhar US$ 1 milhão. Afinal, estudava o problema muito antes de o prêmio surgir e não sustentava coisa alguma. Decifrara a Conjectura de Poincaré, ponto. Perelman é um matemático excêntrico e, pensando-se bem, Lady Gaga é uma roqueira quase convencional. Assim as coisas ficam fáceis e pode-se ir em paz ao próximo show. Contudo o mundo fica mais interessante quando se sabe que o negócio de Perelman é outro. Os matemáticos podem viver num mundo de liberdade e rigor absolutos. Ele escolheu uma vida de total integridade, sem concessões a coisa alguma. Ninguém manda nele, só a matemática, num diálogo que dispensa outras vozes.
A gloriosa Toscographics fez duas temporadas do "Negão Bolaoito Talkshow - Melhores Momentos" para o Canal Brasil, totalizando 52(!) episódios. Esse ano lançaremos o DVD com a bagaça toda.
Foi muito divertido trabalhar nisso com um verdadeiro dream team: Tiagón Elcerdo na animação, Flu na música e o multitarefas Edu K fazendo TODAS as vozes. Tudo comandado com mão de ferro pelo produtor João Cabral.
Vejam logo abaixo um CLÁSSICO da segunda temporada:
Há 10 anos o inabalável Sidney Gusman mantém o Universo HQ. Por conta do aniversário do site ele convocou diversos cartunistas para fazerem um desenho/homenagem.
Falando em Sidney, ele também fez a gentileza de me convidar para o segundo volume da "MSP + 50", coletânea onde desenhistas escolhem personagens do universo do Mauricio de Souza e criam histórias com eles. Eu escolhi o Sansão, o coelhinho da Mônica. Será uma narrativa quase bergmaniana, contemplativa, digamos assim...
Eu e meu amigo Pablo Perini temos uma coisa em comum: ele trabalha com vinhos e é um entusiasta dos cartuns, já eu trabalho com cartum e sou um entusiasta - fervoroso - dos vinhos. Semana passada ele passou aqui pelo Rio e depois de uma via crucis etílica que começou no meu estúdio e acabou em algum lugar obscuro do Leblon, tenho a impressão de que o abandonei na madrugada no meio de um bando de animais... Eu tenho esse péssimo costume de sair á francesa, odeio aqueles tapinhas nas costas e "a gente se fala", "abração", etc, etc. Bem, desculpa aí, Pablo.
Desenho para uma camiseta do "Sem Frescura", o talkshow da lenda viva Paulo César Pereio. Ele SIM de vez em quando faz o verdadeiro "Talk to Himself Show", não deixando o convidado falar, hehe. Falando no Mestre, esse ano finalmente sai o doc "Pereio Eu Te Odeio", que a Toscographics iniciou no longínquo 2000 e por conta de diversos cataclismas foi obrigada a temporariamente abandonar o projeto. Já virei motivo de piada no meio cinematográfico nacional por conta do atraso desse filme. Se bem que virar piada nesse meio lotado de verdadeiros GÊNIOS TALENTOSOS não é exatamente uma coisa ruim... Mas enfim, INVESTIDORES, entrem em contato conosco.
Falando em Tosco, em breve atualizaremos o nosso site, em especial a parte da loja. Estamos presentes agora no Velho Mundo também: minha amada sócia Denise Garcia acabou de abrir uma filial em Berlin. Aliás, foi dela a idéia do documentário sobre o Pereio.
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Fui convidado a participar da exposição Humor Gráfico dentro de festival Risadaria, que começou hoje em SP. Meus medíocres cartuns dividem o espaço com desenhos de cartunistas bacanudos como Adão, Fernando Gonsales, Laerte e outros.
Dos Los 3 amigos - na verdade 4: Angeli, Laerte, Adão e Glauco - só o último não tive o prazer de conhecer pessoalmente. Segundo o Adão, Glauco era o mestre das respostas rápidas e destruidoras, com meia dúzia de palavras conseguia esculhambar qualquer sujeito.
Viajei no fim de semana e ontem, lendo a Folha de sábado, achei esse belo texto:
FERNANDO DE BARROS E SILVA
Doce e bárbaro
SÃO PAULO - "E aí, Panguinha?" -era assim, com um misto de carinho e ironia característicos, que Glauco costumava saudar algumas pessoas na Redação do jornal. "Panga" ou "panguinha" são corruptelas de pangaré. No início dos anos 90, tive a felicidade de me tornar um dos "pangas". Éramos mais jovens e mais engravatados. E Glauco não perdia a chance: "E aí, Panguinha, bonita gravatinha". Mais tarde, quando as gravatas escassearam na Redação, ele não desistiu: "E aí, panguinha, cadê a gravatinha?". Nada disso soava impertinente ou agressivo. Pelo contrário, Glauco era um doce. Divertido, atrapalhado, "meio tímido, meio brincalhão", na definição simples e precisa que Otavio Frias Filho fez dele no ensaio "Viagem ao Mapiá", no seu livro "Queda Livre" (2003). Segundo vários relatos, Glauco exercia particular fascínio sobre as crianças. Coincidência ou não, há um núcleo infantil evidente na sua criação. A começar pelo traço, quase primitivo, dos personagens. Eles são um feixe de ansiedades. No mais famoso, o eterno Geraldão, movimentos frenéticos e imobilismo se engalfinham. Cigarros, copos, garrafas, injeções, sanduíches, pernas, braços -tudo se confunde e se consome num frenesi estéril. Satisfação e impotência, desejo e frustração, excessos e carências são inseparáveis na economia interna deste filhão da mamãe. O tipo genial de Glauco captou, como poucos, a fisionomia, as aflições, a tragicomédia da geração que cresceu e "espocou a cilibina" nos anos 80. Não sei se cabe aqui a aproximação, mas o romance "Pornopopéia", lançado pelo escritor Reinaldo Moraes no ano passado, talvez seja o retrato mais agudo já feito da geração de Glauco e da que veio a seguir. Zé Carlos, o protagonista desajustado e compulsivo, é uma espécie de primo literário de Geraldão. O eixo do humor de Glauco é comportamental. A política está lá, mas sua força reside em mostrar "como é ridícula essa coisa chamada ser humano", conforme escreveu Angeli. Hoje estamos mais burros, mais ridículos e mais tristes.
Achei finalmente o link da exposição "Cent pour cent", que inaugurou o Museu da Banda Desenhada de Angoulême no final de janeiro. Aqui tem um pdf que explica a bagaça toda. Como já falei antes (ver post do dia 23 de janeiro), fui convidado para a empreitada e dediquei minha página a Mort Walker, criador do Recruta Zero. O chato foi descobrir que o Gilbert Shelton - criador dos fabulosos maconheiros Freak Brothers - TAMBÉM escolheu o Mort Walker... Espero ansiosamente a chegada do meu catálogo para ver o grau de humilhação que sofri.
Esse cartum saiu de uma conversa com meu amigo e colega de trabalho Haroldo Mourão. Quem o conhece sabe que ele é uma usina de piadas. Aliás, a minha tira de hoje da Ilustrada também saiu em parceria com ele, hehehe. É isso aí, ROUBO MAS NÃO NEGO!
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Ontem falei que, na minha volúvel opinião, o Mauro A. tem feito a tira brasileira mais engraçada da atualidade, Wagner & Beethoven.
Eu ODEIO bicicleta. Pode parecer um contra-senso, afinal além de não saber dirigir e abominar carro e toda a cultura jeca do carro, não sou burro a ponto de não enxergar que bicicleta e metrô são as únicas saídas possíveis para esse caos que chamam de trânsito. Mas não adianta, é mais forte que eu. Sempre que passa um barbado - pela calçada quase sempre, os GÊNIOS - em cima de duas rodinhas eu penso que aquilo não está certo: andar de bicicleta depois dos 12 anos? Ok, ok, eu sei, é idiota, mas é como falei - é mais forte que eu. E que tal os verdadeiros ARTISTAS CIRCENSES que se esbaldam em alta velocidade SEM AS MÃOS? Nossa, esses me dá vontade de pedir para parar, dar-lhes um tapinha nas costas e uma nota de 2 reais.
- Obrigado pelo show, amigão, você é demais!!! Quem sabe uma melancia na cabeça na próxima?
Na minha rua tem um infeliz que todas manhãs me proporciona o dantesco espetáculo de vê-lo pedalar... só de SUNGA. Não acho palavras para descrever o horror da cena.
A partir da edição desse mês volto a publicar quadrinhos na revista. Divido o espaço da nova sessão de humor com meu generoso chefe, Edson Aran, Ivan Lessa, e a tira mais engraçada dos últimos tempos, Wagner & Beethoven, do Mauro A.
Exposição do Takeshi Kitano na Fundação Cartier em Paris. Além de ser diretor de filmes simplesmente GENIAIS como Hana-Bi, Sonatine e Zatôich, ele é o comediante - assinando Beat Takeshi - mais popular do Japão. Pois é, cada país tem o Didi Mocó que merece.