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ALLAN SIBER
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XML/RSS Feed   O que é isto?

VIDA DE ESTAGIÁRIO



Escrito por Allan Sieber às 09:32
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BELELÉU

Daniel Lafayette, Tiago Lacerda, Stêvz e Eduardo Arruda. Esse é o time que faz a Beleléu, revista classuda de quadrinhos e desenhos.

Tentei  das maneiras mais vis possíveis sabotar a publicação: sugerir nomes idiotas para a revista, embebedar os editores, etc, mas não adiantou -  eles conseguiram fazer uma revista impecável, desde o conteúdo até o formato.

De todos só não conheço pessoalmente o Eduardo Arruda (mas isso não vai durar muito, sortudo!), mas dos outros 3 sou testemunha em qualquer eventual processo. Combinam duas características que acho fundamentais em qualquer desenhista que se preze: falam pouco e mantém um estilo próprio bastante marcado. Parece simples achar essas duas coisas, né? Mas não é. Não é MESMO.

Espero que eles leiam isso aqui e me convidem para a próxima.



Escrito por Allan Sieber às 16:38
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MICHAEL HANEKE

"...And I don't believe that children are innocent. In fact, no one seriously believes that. Just go to a playground and watch the kids playing in the sandbox! The romantic notion of the sweet child is simply the parents projecting their own wishes."

Hehehe. É um fato.

Aqui no Der Spiegel uma entrevista muito boa - os repórteres sabem cutucar a onça - com o atormentado cineasta austríaco Michael Haneke, diretor das duas (!) versões de "Funny Games" e do inesquecível "A Professora de Piano".



Escrito por Allan Sieber às 07:14
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PRETO NO BRANCO



Escrito por Allan Sieber às 00:37
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EXPO LEGAL

Mais detalhes aqui.



Escrito por Allan Sieber às 16:37
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SE ALGO DE ERRADO QUEIMEM MEUS ARQUIVOS

Vou ali no hospital da esquina tomar morfina e volto em 5 dias.



Escrito por Allan Sieber às 11:45
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VÁ AO CINEMA MAS NÃO ME CONVIDE



Escrito por Allan Sieber às 12:37
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PRETO NO BRANCO



Escrito por Allan Sieber às 15:36
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NA TRAVESSA

Alzira Valéria organizou uma série de mesas sobre quadrinhos na Livraria da Travessa ( no BarraShopping). Amanhã  - sexta  - é minha vez de encarar o temível público. Infelizmente o Arnaldo não poderá mediar a mesa por conta de outro compromisso, mas eu e o Juca estaremos lá com certeza.



Escrito por Allan Sieber às 13:07
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PLAYBOY



Escrito por Allan Sieber às 13:01
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DE MODO GERAL IX

Paulo Scott coloca o evento de volta ao lugar onde foi parido, o Cinematheque. Os mesmos gladiadores de sempre tentando manter a finesse e o consumo moderado de alcool.



Escrito por Allan Sieber às 13:31
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TARJA PRETA # 6

Hosana nas alturas! O impensável aconteceu: Matias Mad Maxxx e Daniel Juca rodaram a lendária Tarja Preta # 6, que já estava com mais com cara de lenda urbana do que revista. Não é porque os editores já foram testemunhas de defesa de vários processos movidos contra mim, mas considero a Tarja a melhor revista em quadrinhos feita atualmente no Brasil. Junto com a Quase, feita por outras dementes. Compareçam e comprem a revista, caros leitores. O quadrinho brasileiro está muito cuzão e precisamos de gibis assim.



Escrito por Allan Sieber às 13:21
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PRETO NO BRANCO



Escrito por Allan Sieber às 00:09
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PINDURA

Stêvz me chamou para participar da edição do Pindura 2010.

A jogada era usar como base um ponto de ônibus notório de Brasilia e se limitar a duas cores. Por incrível que pareça trabalhar só com dois tons dá muito mais trabalho que usar 16000000 cores. Mas é legal usar retículas para criar "novas" cores sobrepondo as duas. Eu diria que confere até um certo tipo de dignidade ao desenho, mas isso já é uma conversa muito chata.



Escrito por Allan Sieber às 09:17
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SUPERMERCADO FERRAILLE NO FIQ

Começou ontem a sexta edição do Festival Internacional de Quadrinhos, em BH. Esse ano, entre várias exposições classudas como de praxe, também tem a versão brasileira do Supermercado Ferraille. Os franceses estarão lá com seus produtos bizarros á venda ao lado dos produtos brasileiros. Fui convidado a dar minha contribuição nesse passo tão importante da globalização.



Escrito por Allan Sieber às 09:08
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PRETO NO BRANCO



Escrito por Allan Sieber às 09:55
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GIBIZADA

Dias atrás, Telio navega me entrevistou para seu Gibizada.

 

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'Jornalismo embaranga' 

 

Nem Hunter Thompson nem Joe Sacco. O jornalismo em quadrinhos do gaúcho Allan Sieber é diferente, não vai só na notícia, mas além, na ferida. Tão fundo que incomoda, de tão sarcástico, cruel e verdadeiro. Como na divertida cobertura que ele fez da Flip para a Playboy, sem perdoar escritores e, muito menos, fãs:

"Chamavam atenção grupos de peruas alisadas e esticadas que circulavam pela festa literária. Descobri que é uma facção de frequentadoras assíduas das Flips. Endinheiradas donas de casa que se inscrevem em cursos relâmpago de literatura ou filosofia e se acham verdadeiras intelectuais (com grana, no Rio é possível descolar um diploma de filosofia em seis meses ou uma submetralhadora Uzi, o que o freguês preferir" (vide desenho abaixo).

Foi assim nas páginas que ele produziu também para outras revistas, como Piauí, Trip, Sexy, Zé Pereira e F. Todo este material e mais algum outro, inédito (como o que abre este post), é reunido agora em "É tudo mais ou menos verdade - Jornalismo investigativo, tendencioso e ficcional de Allan Sieber" (Desiderata, cor, 128 pgs., R$ 49,90), cujo lançamento oficial acontece nesta quinta, no Rio de Janeiro, em evento ABERTO AO PÚBLICO. Veja o horário e o local em serviço no pé deste post. Por email, o autor conversou com o Gibizada a respeito de jornalismo e outras roubadas.

Quanto à verdade no livro: é mais para mais ou mais para menos?
ALLAN SIEBER: Mais para mais. Mas também tem muito exagero e delirio. Por outro lado, tem histórias tão horriveis que, nos quadrinhos, eu fui obrigado a dar uma amenizada.

Gostou de ser jornalista?
SIEBER: Adorei. É só me pagarem bem que eu topo qualquer coisa. O primeiro evento que eu cobri foi o Fashion Rio e eu nunca tinha visto um desfile na vida. Me deram uma credencial de fotógrafo da "Trip" e eu tinha acesso livre a todos os lugares. Bebia drinks enquanto via as modelos se trocando, esse tipo de coisa.

Trocaria a profissão de quadrinista pela de jornalista?
SIEBER: Não. Poucos ambientes de trabalho são mais deprimentes que uma redação. Como diria o mestre Xico Sá, "jornalismo embaranga". 

Como surgiu a ideia de reunir sua produção de quadrinhos para revistas em livro?
SIEBER: Estava com esse projeto na cabeça desde o meio do ano passado. Queria juntar tudo que tinha alguma relação com a realidade, como as reportagens, as histórias autobiográficas e as colunas para a "Sexy" e a "Trip". O livro tem um norte bem claro: a realidade.

Fale-me um pouco sobre o material inédito do livro. Por que era inédito? Estava esperando publicação em livro mesmo?
SIEBER: Eu fiz para revistas que não publicaram o material. Não por censura, mas porque atrasaram ou faliram. Também tem coisas que só apareceram no meu blog. Eventualmente penso em coisas que só sairiam ali mesmo. Numa revista ou jornal de grande circulação não rolaria.

Como anda a adaptação para os quadrinhos dos textos de João do Rio? E o livro em parceria com seu pai?
SIEBER: Estou meio na marcha lenta por conta de um problema de saúde, mas devo acabar até o final do ano. O livro com meu pai já está bem adiantado, temos umas 50 páginas prontas.

Algum outro projeto em andamento?
SIEBER: Tenho vários projetos na fila esperando tempo para serem executados. Um álbum só sobre surfistas encrenca feito em parceria com meu amigo Julio Adler; a quadrinização de um livro inédito do mítico Cardoso (André Czarnobai, gaúcho de Porto Alegre, escritor. Da turma do Daniel Galera, Daniel Pellizzari e Marcelo Benvenutti. É músico e jornalista também); um livro infantil; uma série de serigrafias para uma exposição na loja do meu amiguinho Matias Maxx; um livro "split" (com duas capas, onde cada metade é uma coisa diferente) com histórias da série "Vida de Estagiário" e "The Mommy's Boys"; um álbum grande uma história só; outro livro só de cartuns... Enfim, estou sempre trabalhando.

Li em entrevistas que você não gosta de iPods, celulares, Twitter e outros trecos, apesar de manter um blog. Algum problema com tecnologia ou receio de se tornar dependente demais dela?
SIEBER: Eu acho tudo muito invasivo, as pessoas não sabem diferenciar o que é público do que é privado. Todo mundo quer ser seu biógrafo instantâneo e encher o saco dos outros com isso. Eu não tenho celular e evito ligar para os celulares das pessoas, só em caso de urgência. Para você ter uma idéia, nunca decorei o celular da minha própria mulher, tenho que ver na agenda. Se ela está em casa ou no trabalho, ligo para lá. Se ela estiver na rua, está na rua, não quero ficar pentelhando. As pessoas ficaram extremamentes dependentes do celular e mimadas com isso, todo mundo quer ser achado e achar os outros AGORA, não pode ser depois. Acho isso muito triste. Também tem a história que uma notícia da manhã já é "velha " pela tarde. Que gente é essa? Agora começaram a chegar os estudos mais sérios comprovando que o celular frita o cérebro mesmo. Desse mal eu não morro.

 



Escrito por Allan Sieber às 14:31
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DE ORELHA

O bravo Zé José, grande amigo que comanda a Zé Pereira, me convidou para integrar a trupe da revista que cobre o Festival do Rio 2009. Aceitei, com a devida ressalva de que faria a "cobertura" no conforto do lar. Como Zé José não é homem de fugir de desafios, topou na hora e ainda me pagou uma coxinha. Estou mandando uns cartuns esporádicos sobre o Grande Festival de Sujeito/as Com Óculos de Designer em Fila Indiana.




Escrito por Allan Sieber às 12:57
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O MUNDO DE LILLI CARRÉ

Não, não me fodam a paciência com essa Lilly Allen. Não ouço rádio de filisteus e minha porta é sólida o suficiente para que os trinados horrorosos dela não entrem no meu estúdio .

O caso aqui é LILLI CARRÉ , desenhista americana que deleita nossas retinas com belas imagens e que foge de toda merda fashion/hype/grafite-pra-exposição/jeca que assola o mundo da ilustração hoje em dia. No blog dela tem uns gifs animados que são verdadeiras pérolas da simplicidade e bom gosto.



Escrito por Allan Sieber às 14:04
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PRETO NO BRANCO



Escrito por Allan Sieber às 11:19
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