EVENTUALMENTE ACERTAMOS
Eu geralmente não gosto do meu desenho, acho muito cheio de truques manjados e vícios arraigados. Porém pegando um dos blocos vagabundos que sempre tenho por perto achei esse que me agradou. 
Uma grata surpresa no evento que participei quinta - na Livraria Travessa do Leblon, organizado pela Alzira Valéria, uma das poucas pessoas que entendem mesmo de quadrinhos aqui no Rio - foi uma discussão franca sobre DESENHO. Por incrível que pareça, nesses eventos de quadrinhos a última coisa que se fala é sobre desenho, como se desenha, processos criativos e etc. Se fala muito sobre essa abstração chamada MERCADO e meios de se ganhar dinheiro com a "obra", mas muito pouco sobre as agruras e os prazeres de desenhar. Mas foi sobre isso que falamos, eu, Dahmer, Arnaldo e Clara. Foi umas poucas discussões sobre o o "meio" em que eu acho que o público não foi logrado.
Escrito por Allan Sieber às 16:31
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CADERNINHO DE DESENHOS SALVADOR*


* Nada a ver com a capital da Bahia (onde infelizmente não coloquei minhas patas ainda), é apenas um bloquinho que sempre me salva nas horas mais difíceis e tediosas. Que não são poucas,claro.
Escrito por Allan Sieber às 14:57
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Escrito por Allan Sieber às 09:30
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MAIS UMA EDIÇÃO

Escrito por Allan Sieber às 15:03
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PRETO NO BRANCO

Escrito por Allan Sieber às 12:41
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MINHA VIDA É UM LIVRO ABERTO E EVENTUALMENTE CHEIRA MAL
Uma entrevista aqui.

Escrito por Allan Sieber às 17:45
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ONTEM NA FOLHA
O chapa Schiavon ontem foi capa da Ilustrada por conta de seu trabalho de monge na criação do jogo GTA São Paulo.
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Quadrinista diz que seu game é "tipo novo de arte"
Schiavon passou quatro anos modificando o jogo original para criar uma paródia divertida e violenta da metrópole
"GTA SP 2013" está à venda na Choque Cultural, após participar de mostra em Porto Alegre; há clones de Charles Bronson e Jô Soares
Divulgação
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Bairro da Liberdade em imagem do jogo baseado no 'Grand Theft Auto'
FERNANDA EZABELLA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
George W. Bush deixou a Casa Branca anteontem, mas o mundo ainda não se livrou dele. Pelo menos na realidade virtual, o ex-presidente foi clonado e agora patrulha as ruas de São Paulo, de uniforme cinza e em carros da Polícia Militar. Qualquer um, no entanto, pode sacar uma arma e derrubá-lo. Ou dar-lhe um croque na cabeça e roubar seu carro. A história está no jogo para PC "Grand Theft Auto São Paulo 2013", feito pelo quadrinista e animador paulista Luís Schiavon. A obra é uma paródia futurística e pop baseada no Grand Theft Auto (GTA), cuja empresa oferece a plataforma do jogo original na internet para uma legião de fãs que criam personagens, mapas e carros. O GTA, criado há dez anos, com várias versões oficiais, conquistou a molecada com sua anarquia, mas ficou famoso pela violência desenfreada -o jogador atropela e mata para realizar suas missões. Schiavon, 38, ficou quatro anos customizando o jogo antes de exibi-lo numa exposição do Santander Cultural, em Porto Alegre, em 2008. Desde dezembro, está à venda na galeria Choque Cultural, por R$ 20. Ele fotografou prédios de São Paulo, mudou placas, usou grafites de artistas conhecidos, dublou personagens e criou empresas fictícias, como a loja de tintas "Cuvinil". Tem também o Moe's Bar, com Homer Simpson tomando cerveja. "Usei vários materiais de outros artistas muito bons e especialistas nisso, fiz um "mash-up", um conceito importante na minha obra", afirma Schiavon, sobre a técnica muitas vezes polêmica de retrabalhar imagens, áudios e vídeos de terceiros para criar uma nova obra. Como exemplo, ele cita o robô Bender, do desenho "Futurama". Alguém criou e disponibilizou na internet o personagem para ser o jogador do GTA. Schiavon ficou dois anos para transformar Bender numa gangue de clones que circula pela cidade. Há também uma caricatura de Jô Soares e o grupo de encrenqueiros Bofe de Elite. "É arte, assim como as animações ou os quadrinhos. É um tipo novo de arte", diz Schiavon, quadrinista da extinta revista Animal e do site Tiras Tonto, onde publica a "Liga da Vesga", uma sátira aos super-heróis, com uma tartaruga cubana e uma heroína seminua. O autor afirma que procurou a produtora do GTA, a Rockstar Games, e mandou cópias do jogo. Em troca, recebeu apenas um "parece divertido".
Paródia e crítica social A trama do jogo se passa em 2013, com a popularização da clonagem. São Paulo não é reconhecida logo de cara. Faltam clichês como museus ou a avenida Paulista -mas há um pedacinho do bairro da Liberdade. Os grafites e os carros da polícia, que trazem até o 190, dão o clima paulistano. As 30 novas missões criadas por Schiavon são um tanto esdrúxulas, assumindo o tom paródico do jogo. Jan Klebz, Netinhu e Mallandru são alguns personagens que passam desafios aos jogadores, como salvar a indústria das pegadinhas. "O jogo abrange desde puro entretenimento até crítica social", diz Schiavon, que deu classificação 18 anos ao game. Trabalhar com a plataforma aberta de jogos é mania de jogadores e também um estilo de arte chamado "game art". Em 2002, artistas fizeram grafites pacifistas nos muros do "Counter-Strike", outro jogo violento bastante famoso que, por sua vez, surgiu do trabalho de um fã em cima do game "Half-Life".
Escrito por Allan Sieber às 13:24
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Escrito por Allan Sieber às 14:59
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PRETO NO BRANCO

Escrito por Allan Sieber às 14:46
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Escrito por Allan Sieber às 13:29
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Escrito por Allan Sieber às 11:34
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PRETO NO BRANCO
O fim da apostila.

Escrito por Allan Sieber às 12:28
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NEM TUDO É VERDADE
Últimas Grandes Falsificações da Pintura Universal para a Playboy. Essa série estava meio num beco sem saída, as pinturas que estão mesmo no imaginário popular já estavam acabando e preferi encerrá-la. Voltei a publicar cartuns.


Escrito por Allan Sieber às 11:25
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PRETO NO BRANCO
Mister M dos quadrinhos.


Escrito por Allan Sieber às 13:33
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SAMBA NO RIO
A supimpa revista Samba será lançada nessa terça, lá na La Cucaracha.

Escrito por Allan Sieber às 08:27
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E a farra do desenho alheio continua. Dessa vez a vítima é Matthias Lehmann, grande desenhista francês.

Escrito por Allan Sieber às 12:49
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SÓ FALTAM 364 DIAS
Encerrei o nauseante 2008 com um cartum alheio, e para manter a tradição inicio 2009 com outro cartum (na verdade uma charge) alheio. Dessa vez é do Leonardo, há anos chargista do Extra e na minha modesta opinião empatado com Angeli na posição de Melhor Chargista Brasileiro. E não digo isso porque ele é meu amigo, é porque o sujeito é bom mesmo , consegue ser sofisticado e muito simples ao mesmo tempo. Um dos primeiros caras que conheci logo que cheguei no Rio, Leo é uma espécie de monge que emite poucas palavras e todas geralmente muito sábias. Aprendi muito com ele nesse tempo. Mas sempre esqueci tudo no dia seguinte.
É isso aí, começemos o ano com um desenho bom. Pra variar.

Escrito por Allan Sieber às 18:58
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