FOI BOM ENQUANTO DUROU

Como tudo que é bom acaba rápido ( as vezes o que é ruim tambem, mas só para os sortudos ou os suicidas), a PRETO NO BRANCO SPRING TOUR chegou ao fim.
A primeira parada, no 11º Vitória Cine Video, foi bem classe. Faz tempo que tenho ido para esse festival e sempre é divertido. Vejam bem, isso num festival de cinema é muito raro.
Claro que perdí o avião para lá porque fui no aeroporto errado – agora a porra do Santos Dumont faz só a ponte aérea – e cheguei horas mais tarde.
O coquetel de lançamento foi bacana e havia um garçom que se encarregava de encher meu copo de três em três minutos. Venderam alguns livros, o suficiente para não Ter sido um evento completamente embaraçoso.
Lá encontrei também encontrei a lenda, o mito, enfim, o “homem” Otto Guerra, figura que eu não via fazia um bom tempo. Ele garantiu que o longa do Wood & Stock está na finaleira só dependendo da autorização para usar algumas músicas.
Maravilha.
Em Porto Alegre, uma chuva escabrosa me esperava, e o evento no Santander estava bem frequentado. Apesar de só dois caras fazerem perguntas – sendo um deles meu amigo – a coisa até que fluiu. O infatigável Fabio Zimbres fez uma boa mediação ( na sua estréia no ramo) e deu para dar umas boas risadas.
No Sábado, a tarde de autógrafos teve um surpreendente comparecimento em massa de minha familia – e é claro que eles não compraram nenhum livro, os miseráveis – e alguns amigos e desavisados. Pensei que a produção forneceria uns drinks, mas me dei mal. Parece que achar o Preto no Branco para vender em alguma banca requeria um poder mediúnico e poucos foram os que encontraram a bagaça na Feira do Livro.
Andando por Porto Alegre ví que algumas coisas mudaram e a cidade pareceu simpática.
Ah, pois é, um idiota chamado Fogaça – compositor de Quinta categoria – ganhou as eleições para a Prefeitura. Esse sujeito é foda. Talvez eu devesse Ter votado pela primeira vez na vida.
Nah, pensando bem acho que não.
Conversando com o hooligan Hugo, do Museu do Trabalho, agendamos uma exposição lá para o dia 13 de setembro, abrindo as “festividades” da infame Semana Farroupilha. A exposição se chamará “ Essa Terra É Minha Terra!” e será composta de cartuns só sobre gaúchos.
Torresmo e cachaça servida na guampa já estão certos para a abertura.
Grande Hugo.
Homenagens jamais serão suficientes para a minha amiga Bebê Baungartem, que cuidou da divulgação dos eventos. Valeu, Bebê.
Allan Sieber
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19:11
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